Muralha Paulista é paralisada após análise do TCE

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Por Danilo Costa

 

A segunda-feira (24) começa sem avanço no projeto que pretende ampliar o monitoramento eletrônico nas cidades da Região Metropolitana do Vale do Paraíba.

O processo para contratação de 350 câmeras do sistema Muralha Paulista segue paralisado, após a Agência Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte (Agemvale) suspender o edital enquanto aguarda análise do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP).

O processo de contratação, previsto para ocorrer entre outubro e novembro, foi interrompido após o Tribunal de Contas receber pedidos de análise e determinar medidas cautelares.

Com isso, a escolha da empresa responsável pelos equipamentos e pela operação do sistema, inicialmente marcada para a última terça-feira (18), não foi realizada.

A Agemvale informou que depende da deliberação do TCE para definir a continuidade do processo e que não há previsão para retomada.

O edital, publicado em setembro, prevê investimento de R$ 19 milhões em um contrato com duração de dois anos e meio.

A proposta contempla a instalação de câmeras distribuídas entre os 39 municípios do Vale do Paraíba e Litoral Norte, com monitoramento compartilhado entre forças de segurança e prefeituras.

O sistema de segurança inclui ferramentas de leitura automática de placas e também de identificação facial.

Entre as cidades com maior número de pontos previstos estão Cruzeiro, Jacareí, Ubatuba, São Sebastião, Taubaté e Aparecida.

Municípios de menor porte, como Lavrinhas, Piquete e Santo Antônio do Pinhal, receberiam uma unidade cada.

Com a suspensão mantida, o projeto permanece em espera, e a implantação do sistema de vigilância regional segue indefinida até a conclusão da análise do Tribunal de Contas.

 

Foto: Divulgação

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