• A Prefeitura de São Sebastião, por meio do Combate a Endemias, vinculado ao Departamento de Vigilância em Saúde da Secretaria de Saúde (SESAU), apresentou, nesta terça-feira (4), a primeira Oficina de Confecção de Mapas Digitais e Geoprocessamento para Planejamento e Enfrentamento de Doenças Vetorizadas, como dengue, zica, chikungunya e febre amarela, entre outras.

    A oficina foi ministrada pelo biólogo da Vigilância Ambiental de São Sebastião, Edwil Bernardi Piva, durante a reunião mensal da Sala de Situação de Arboviroses Regional (CONVETOR), a pedido do Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) do Litoral Norte. Participaram integrantes da Vigilância em Saúde e Controle de Endemias de São Sebastião, Caraguatatuba, Ilhabela e Ubatuba.

    Edwil apresentou a experiência do município com análise de arboviroses por meio de geoprocessamento e suas vantagens para eficiência das ações de controle do Aedes aegypti. Apresentou, também, um passo a passo para confecção de mapas digitais municipais e sua utilização nas atividades diárias das equipes de endemias.

    O biólogo explicou que o geoprocessamento facilita o conhecimento do território e a análise do surgimento das arboviroses ao longo das semanas epidemiológicas; a análise de regiões críticas ou mais afetadas, permitindo a atuação mais rápida e pontual das equipes durante a transmissão dos arbovírus; e a delimitação das áreas de atuação para facilitar e agilizar o trabalho dos agentes de endemias, entre outras vantagens.

    Na sequência, o coordenador de Área do Censo 2022 da Agência IBGE de São Sebastião, Marcílio Quirino de Oliveira Filho, fez uma apresentação mostrando as bases de dados cartográficos disponíveis para as cidades do litoral norte e como utilizá-las na confecção de mapas para a Saúde.

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