A Prefeitura de Ilhabela intensificou os cuidados e estabeleceu estratégias eficazes para combater a Dengue no município. Neste sábado (17), foi realizado um mutirão de eliminação de criadouros de mosquitos nas regiões da Água Branca, Alto da Barra Velha e Barra Baixa, áreas com maior número de casos.

O objetivo da iniciativa é conscientizar a população sobre o perigo da doença e reforçar a importância de alguns hábitos no controle da proliferação do mosquito, como o descarte correto dos materiais que podem acumular água e atenção aos vasos de plantas.

A ação conjunta envolveu cerca de 80 funcionários da Secretaria da Saúde, da Secretaria de Serviços Urbanos e da Defesa Civil. Ao todo, mais de 1,2 mil casas foram vistoriadas e 620kg de material inservível foi retirado.

O Diretor do Departamento de Vigilância em Saúde, Maurílio Bianchi, reforça o autocuidado da população no combate à doença. “A maioria dos criadouros são encontrados dentro das residências. Por isso, é fundamental que cada morador faça sua parte, vistoriando seus espaços e aplicando o repelente, principalmente crianças, idosos, gestante e pessoas portadoras de uma enfermidade crônica”, diz.

Outras ações de combate à dengue da Prefeitura de Ilhabela incluem:

  • Instalação e manutenção da Sala de Comando contra a Dengue;
  • Plano de Contingência aprovado pelo Conselho Municipal de Saúde – COMUS;
  • Contratação emergencial de Agentes de Saúde destinados a linha de frente contra o Aedes aegypti;
  • Mutirões de vistoria á imóveis com o apoio dos Agentes Comunitários de Saúde – ACS;
  • Nebulização com inseticida utilizando equipamento pesado acoplado a veículo;
  • Capacitação dos profissionais de saúde de toda rede SUS, no manejo clinico da doença;
  • Disponibilidade de teste rápido para Dengue em todas as Unidades de Saúde;
  • Disponibilidade de estoque para os insumos estratégicos destinados a assistência ao paciente suspeito com dengue (medicação, soro de hidratação etc.)
  • Ações de mobilização social com foco autocuidado contra a dengue;
  • Provisionamento de locais para acolhimento de casos suspeitos, caso a demanda requeira ajustes nos fluxos de atendimento.

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