Marcello Veríssimo

O plenário Zino Militão dos Santos, da Câmara de São Sebastião, ficou lotado na noite desta segunda-feira (2) para a posse do vereador Marcos Fuly (DEM) como novo presidente do Legislativo municipal. O parlamentar substitui o parlamentar José Reis (PODEMOS) e segue a frente da casa até dezembro de 2024, ano das próximas eleições municipais.

A solenidade reuniu amigos, parentes, apoiadores, funcionários e correligionários do vereador Marcos Fuly que estavam acompanhando atentos todos os detalhes da posse. Do lado de fora, na rua ao lado, moradores também acompanhavam atentos os novos rumos da política local. “Esperamos que neste novo mandato essa Câmara melhore e os vereadores façam seu trabalho como deve ser feito corretamente”, disse uma moradora, que pediu para não ser identificada com medo de represálias políticas.

Além de Marcos Fuly, também foram empossados os novos membros da mesa diretora da Câmara de São Sebastião, sendo o vice-presidente Daniel Simões (PP), 1º Secretário André Pierobon (MDB) e Ercílio de Souza (PV) como 2º Secretário.

Durante seu discurso de posse, Fuly foi sucinto e assertivo, sempre observado atentamente. Entre as suas metas, o novo presidente pretende resgatar a imagem positiva da Câmara Municipal de São Sebastião. “A Câmara é a Casa do Povo e precisa, mais do que nunca, ser o elo de ligação entre os interesses do cidadão e o comando administrativo do município”.

O novo presidente sabe que, de agora em diante, também precisa defender a independência entre os poderes. Nos últimos meses do ano passado, o parlamentar procurou ser isento em suas atitudes e opiniões, além de, neste momento, desatrelar sua imagem política à do prefeito. “Vamos zelar pelo gasto de cada centavo do dinheiro público”.

Vida pública – Marcos Fuly está na vida pública desde o ano 2000, quando foi eleito vereador pela primeira vez com 310 votos, com 29 anos.

Em 2004, conquistou 551 votos e atuou como vereador suplente. Na eleição de 2008, conquistou 733 votos, sendo um dos candidatos mais votados na cidade, mas seu partido na época não atingiu o chamado coeficiente eleitoral, o que o impediu de assumir o mandato.

Em sua trajetória política, a eleição de 2012 ficou marcada pelo dobro da votação, atingindo 1.393 votos sendo o terceiro mais votado do município.

Em 2016, saiu candidato a prefeito e conquistou o voto de aproximadamente 3 mil eleitores. Nas eleições de 2020, foi eleito com 1.079 votos.

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