Marcello Veríssimo

Nos aplicativos de mensagens, no noticiário, ou na mesa do almoço, um dos assuntos desta terça-feira (12) é a saidinha temporária de milhares de detentos do regime semiaberto. Essa é a terceira vez que eles recebem o benefício, que é garantido por lei.

O assunto ganha ainda mais repercussão quando se fala em presos de crimes famosos como o assassinato da menina Isabela, que foi jogada pelo pai Alexandre Nardoni do alto de um prédio na capital paulista.

Nardoni, assim como Cristian Cravinhos do caso Richthofen, está preso em Tremembé, no Vale do Paraíba. Eles ganharam as ruas na manhã desta terça-feira (12), bem cedo, às 6h. Devem retornar para a penitenciária na próxima segunda-feira (18).

A SAP (Secretaria de Administração Penitenciária) deve divulgar balanço de quantos presos saíram e a quantos voltaram somente após contabilizar o fechamento da saidinha.

De acordo com o órgão, no mês de junho, na segunda saidinha do ano, cerca de 3,4 mil presidiários foram beneficiados na região. Ainda segundo a SAP, a última saidinha do ano está programada para dezembro, durante o Natal e Ano Novo.

Para Nádia Siqueira, turista em Caraguatatuba, a maior preocupação é com a violência na cidade. “Sem gerenciamento Caraguá será a próxima Guarujá”.

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